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Como é ser mulher na construção civil?

Ser mulher na construção civil pode ser desafiador e, muitas vezes, exige coragem, perseverança e resiliência. A construção civil é tradicionalmente dominada por homens e muitas vezes há preconceitos e estereótipos de gênero que podem dificultar a participação das mulheres.

Mas as mulheres estão dominando diversas áreas e a tendência é que o sexo feminino domine tudo.

Esse tema é bastante interessante, não é? Então, vamos conversar sobre isso!

Existem dificuldades para a mulher?

A construção civil, ainda, é uma área muito ocupada por homens, porém, o crescimento das mulheres vem acompanhando o crescimento do próprio setor que, segundo o IBGE, teve um PIB de 9,7% em 2021. 

Segundo o Ministério do Trabalho e Previdência (MTP), nos últimos anos, a presença feminina cresceu cerca de 50%. Isso porque com o aumento do PIB, novas oportunidades e novas vagas têm surgido e sido muito aproveitadas pelas profissionais femininas. Com o olhar detalhista e sempre focadas, têm se destacado pelo serviço prestado.

mulher na construção civil

Apesar do crescimento, a participação feminina ainda não é a ideal. A desigualdade salarial, mesmo possuindo a mesma formação dos homens, chega a ser 45% a menos.

Outra grande dificuldade é alcançar cargos de gestão. São poucas as mulheres que ocupam essa posição em empresas do segmento.

Igualdade x Equidade

Compreender a diferença entre igualdade e equidade é essencial para entender os desafios enfrentados pelas mulheres na construção civil. Enquanto a igualdade implica tratar a todos da mesma forma, independentemente das suas necessidades, a equidade envolve tratar as pessoas de forma diferente, considerando suas necessidades individuais.

Essa questão é particularmente importante na construção civil, onde as mulheres enfrentam desvantagens significativas em relação aos homens. Historicamente, as mulheres foram excluídas desse mercado e, mesmo agora, muitas relatam falta de igualdade de oportunidades e uma cultura de interrupção e desconsideração.

De fato, uma pesquisa recente mostra que, embora a maioria das mulheres acredite que está progredindo na construção civil, conforme conversado acima, muitas ainda sentem que não têm as mesmas oportunidades que os homens e enfrentam obstáculos ao participar de decisões importantes.

Para considerar o mercado da construção civil mais justo e igualitário, é essencial considerar as necessidades individuais das mulheres e trabalhar em prol da equidade em vez da igualdade simplesmente.

Conhece as mulheres que fizeram história?

Os avanços da área não são de apenas do trabalho masculino. Há muito tempo as mulheres lutam por espaço e muitas já fizeram história:

Nora Stanton Barney

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Nora Stanton Blatch Barney foi uma arquiteta, engenheira civil e sufragista britânica, mas cidadã norte-americana. Foi neta de Elizabeth Cady Stanton, figura líder do movimento pelos direitos das mulheres e uma das primeiras mulheres nos Estados Unidos a se formar em engenharia.

Emily Warren Roebling

emily warren robling, mulher que contribuiu para a ponte do brooklyn

Emily Warren Roebling foi uma engenheira civil estadunidense conhecida por suas contribuições em um período de mais de uma década para a construção da Ponte do Brooklyn.

Edwiges Maria Becker Hom’meil

a primeira mulher a se formar em engenharia

Simplesmente a primeira mulher a se formar em engenharia no Brasil, em 1917. Não precisa falar mais nada, né?

Maria do Amparo Xavier

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A primeira mestre de obras da Bahia. Além disso, emprestou o nome para o projeto “Marias na Construção”, que capacitará mulheres para trabalhar no setor em Salvador.

São diversos desafios para a mulher na construção civil

No entanto, essas mulheres mencionadas acima ignoraram essas dificuldades e deram mais opções para as gerações futuras.

Esteja preparada e lute pelo que você acredita.

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